MÉDIUNS

  Médium é toda pessoa que, segundo a doutrina espírita, tem a capacidade de se comunicar com entidades desencarnadas ou espíritos, seja pela mecânica da incorporação, pela vidência (ver), pela audiência (ouvir) ou pela psicografia (escrever movido pela influência de espíritos).

  A Umbanda crê que o médium tem o compromisso de servir como um instrumento de guias ou entidades espirituais superiores. Portanto, deve se preparar através do estudo, para desenvolver a sua mediunidade, sempre prezando sua elevação moral e espiritual, a aprendizagem conceitual e prática do bem, do respeito aos guias e orixás, além da assiduidade e compromisso com sua casa, a caridade em seu coração, amor e fé em sua mente e espírito, e saber que a Umbanda deve ser vivenciada no dia a dia, não apenas no terreiro.

  Uma das regras básicas da Umbanda é que a mediunidade não deve ser algo que envaideça o seu médium. Trata-se de um dom concedido que na realidade não lhe pertence para fins de resgate cármico e expiação de faltas pregressas antes de sua reencarnação. Por isso, nenhum tipo de mediunidade deve ser encarado como fardo ou como meio de ganhar dinheiro, mas como uma oportunidade valiosa para praticar o bem e a caridade.

  Existem médiuns que se perdem no caminho da vaidade e do deslumbramento passando a agir de forma leviana. O médium deve conceber sua mediunidade como um meio de caridade e de amor ao próximo. Ter um comportamento moral e profissional dignos e ser honesto e íntegro em suas atitudes é uma obrigação. Caso contrário, atrairá forças negativas, obsessores ou espíritos não evoluídos que vagam pelo mundo espiritual na busca de encarnados desequilibrados que estejam na sua faixa vibracional. Por isso, o desenvolvimento da mediunidade é um processo que deve ser encarado de forma séria e vivenciado através de um profundo estudo da religião através de seus conceitos morais e éticos.

 

  O médium deve fazer uso, sempre que necessário, dos banhos de descarga adequados aos seus orixás e guias, estar pontualmente no terreiro com sua roupa sempre limpa e recorrer ao chefe espiritual do terreiro quando tiver alguma dúvida ou problema espiritual ou material.

Uma grande parte dos centros ainda utiliza as obras espíritas codificadas por Allan Kardec, mas no decorrer do tempo houve uma proliferação de obras sobre várias vertentes de Umbanda. As listas de discussão e rede sociais da internet também têm contribuindo para a divulgação mais coesa da diversidade e da pluralidade existentes na religião.

PARAMENTOS

  Na Umbanda os médiuns usam normalmente como paramentos apenas roupas brancas, podendo estar os pés descalços, o que representa a simplicidade e a humildade, atributos comumente aludidos ao culto.

  Há vertentes que optam pelas cores do orixá homenageado ou guia. É possível que em determinadas casas uma preta-velha solicite uma saia ou um lenço para amarrar os cabelos, ou vista uma roupa diferente da habitual. Em alguns terreiros são permitidos determinados apetrechos para os guias. Os caboclos costumam utilizar cocares, machadinhas de pedra ou chocalhos. Alguns terreiros concebem a ideia de que nas giras de exu as roupas podem ser pretas e vermelhas. O ritual é variável de acordo com a orientação espiritual da casa e de seu sacerdote.

 

Origem: Wikipédia.

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