MINHA VIVÊNCIA ESPIRITUAL

04/08/2016 23:12

MINHA VIVÊNCIA ESPIRITUAL

                 

Formandos: Cristiana de Moura

                      Marcelo Santos Carvalho

                      Marli Souza Ferreira

 

1.    Introdução

 

O presente trabalho tem por objetivo demonstrar de forma sucinta nossa vivência espiritual e compartilhar com todos os irmãos que assumiram como missão a dedicação em ser instrumento da Umbanda, dos sagrados Orixás, dos falangeiros e dos mentores espirituais.

 

Sob esse aspecto veremos que a prática da caridade e do amor ao próximo será sempre a base para elevação espiritual na Umbanda, independente da linhagem de trabalho que o templo espiritual cultue ou dos conceitos que seus zeladores adotem e transmitam aos médiuns que fazem parte da corrente.

 

Estando todos engajados na prática do bem, assistência ao seu semelhante e evolução espiritual, sempre estarão assistidos pelos protetores para realização neste plano espiritual da missão que lhe foi confiada e por meio do dom com o qual foram agraciados.

 

Dessa forma, humildemente saudamos os irmãos na fé e oferecemos um pouco da nossa vivência e experiência nos caminhos espirituais.

 

  1. Minha vivência espiritual

Há um provérbio que diz: “Abençoado seja você neste mundo e no mundo vindouro”.

 

Hoje vamos dedicar uns momentos a pensar em como estamos utilizando os dons que o anjo de Deus nos deu. Os seres humanos tiveram dificuldade para compreender qualquer coisa que seja invisível aos olhos. Ainda assim, sabemos que a nossa capacidade de ver e entender alcança muito além dos olhos físicos. A visão também é possível pelos olhos da mente: essa capacidade maravilhosa que temos de representar na imaginação as possibilidades. Mas o que é que nos impede a criar o que imaginamos?

 

Nosso impulso criativo natural é uma forma de visão que só pode ser explicada pelo nosso sexto sentido. É uma dimensão magnífica, que tem capacidade de aumentar e, portanto, de melhorar a experiência de vida como um todo. O novo milênio nos traz à era da intuição: um ciclo novo de tempo e espaço no qual estamos aprendendo a agir, a criar e nos superar pela livre expressão das nossas emoções.

 

Existem muitas técnicas de trabalho espiritual e cada um como ser único na Terra tem a sua, mas a mais comum é a ligação que deve ser praticada antes de qualquer trabalho espiritual. Se você estiver centrado em si mesmo com espírito sereno será mais fácil detectar quaisquer alterações em suas emoções ou no seu corpo físico que o trabalho espiritual causar em você. Sua conexão será rápida e serena, mas antes se certifique que ao seu lado tudo está conectado (como velas, cristais, guias, cada qual de acordo com sua filosofia). Esses cuidados evitarão que sofram ataques de zombeteiros espirituais que queiram se aproximar para consumir a energia e vitalidade.

 

Como membro integrante deste trabalho, aproveito a oportunidade para expor um pouco a minha forma de mediunidade, que é a mediunidade intuitiva. Os meus guias espirituais, que considero como anjos protetores e poderosos, são vistos por mim como prestativos e discretos que trazem sempre o bem, seus conselhos exaltam a mais pura sabedoria e tem como objetivo nosso progresso e a melhora da humanidade. Se manifestam espontaneamente, emitem mensagens de pessoas desencarnadas diversas (conhecidas e desconhecidas) e as comunicações são de espíritos altamente positivos e que tem clareza e precisão de detalhes, sempre trazendo uma notícia do plano astral.

 

O estudo da especialidade de um médium é necessário não só para este, mas também para a evocação espiritual. Segundo a natureza do espírito que se deseja chamar e as perguntas que se lhe quer dirigir convém escolher o médium mais apto para o trabalho que irá realizar no templo.

 

Dessa forma é muito importante a realização de orações e agradecimento ao Senhor e as suas divindades. Nada nos pertence, tudo é do Pai, mas às vezes julgamos erroneamente que algo seja nosso. Devemos fazer tudo para evoluir e refletir, pois o que aprendemos no bem é o tesouro que a traça não rói, é a riqueza verdadeira.

 

Que o encarnado procure se instruir, mas que essa instrução não seja somente conhecimento intelectual. São necessárias a compreensão profunda do fato e, consequentemente, sua vivência, pois as nossas vibrações pelas quais somos caracterizados não provém dos nossos conhecimentos mentais, mas sim daquilo que somos em nosso interior.

 

É importante fazer uma imagem mental de si mesmo como uma pessoa em transição e se ver como alguém que busca deliberadamente oportunidades para dar uma contribuição significativa. Que enche a própria vida de propósito e ajuda os outros a encontrar também o sentido de suas vidas. Se ver como um catalisador da mudança. Se empenhar em tornar-se uma luz, não um juiz; um modelo, não um crítico. O mundo atual precisa de gente como nós. É preciso escolher um objetivo, ter princípios e, ao fazê-lo nunca deixar de sentir a paz interior e satisfação pessoal que se adquire vivendo a grandeza de cada dia.

 

Portanto, é necessário sempre repensar as atitudes, viver com seriedade e somente com entusiasmo, pois a obra (concerto universal) é um presente de Deus orquestrado por nós e nos é permitido usufruir como se fosse nosso, assim tudo o que viemos a fazer para quem seja, semelhantes, racionais e irracionais, estaremos fazendo a nós mesmos, pois vivemos numa única casa : o cosmo.

 

Desenvolver a mediunidade é muito mais que simplesmente ir até o templo e deixar-se levar, cedente o corpo para as entidades que lá se manifestam. Muitas pessoas confundem desenvolvimento mediúnico com a incorporação, hoje entendo que não é chacoalhar o corpo no templo que o faz engrandecedor, pois qualquer um pode fazer isso, ou melhor, pode achar que está fazendo o certo.

 

Parte do desenvolvimento mediúnico se dá também com o estudo pautado no bom senso, que será o direcionador dos trabalhos espirituais a serem desenvolvidos. Primeiramente devemos compreender que não importa só achar que está fazendo algo, mas é preciso realmente entender o que se passa, até aquele algo ocorrer.

 

Além desse completo desinteresse dos “sacerdotes” pelos seus filhos de fé, contamos ainda com o despreparo dos mesmos para compreender como desenvolver seus filhos. Como foram formados nesse mesmo padrão, acabam passando para frente a estrutura que aprenderam, mas que não ajuda a todos.

 

Quando temos a missão de ser médiuns ostensivos e ativos, carregamos certa estrutura psíquica e espiritual diferenciada, preparada para o contato com o mundo astral.

 

Além disto, contamos com uma carga maior de fluído nervoso para as manifestações, o famoso ectoplasma. Isso não nos faz melhores, apenas mais adaptados para o trabalho que será realizado, porém isso é como uma ferramenta, o seu bom uso depende de você e não da ferramenta.

 

Uma das primeiras considerações é que nem todos somos médiuns de incorporação, logo não adianta forçar uma que a mesma não ocorrerá.

 

No começo eu me perguntava: porque algumas pessoas que não tem muito tempo de terreiro já incorporam e eu não? Hoje eu entendo da seguinte maneira: nem tudo que vemos é a verdade, as pessoas não conseguem se livrar da ilusão e da necessidade de acreditar que são diferentes ou melhores, pois é isso que acham que um médium é, alguém melhor que os outros, o que é uma enorme ilusão, pois na realidade os médiuns tem muito mais a dever do que quem não possui uma mediunidade ativa.

 

Com isso quero dizer que algumas pessoas simplesmente acham que estão incorporando, são hipnotizados para acreditar nisso e outras são manipuladas para tal ato, alguns até mesmo não incorporam e nem sequer tem uma manifestação mediúnica, mas agem com os trejeitos dos caboclos ou pretos velhos em uma representação sem fim. A isso damos o nome de mistificação, que pode ser consciente ou mesmo inconsciente.

 

Minha vivência mediúnica na Umbanda tem uma característica de socorro, de auxílio, de ajuda, é um grande hospital, agindo ora como pronto socorro e ora como clínica para tratamentos mais longos. Devemos acreditar em nossos valores e alimentar uma atitude sadia de ambição em buscar o sucesso, mas deve ir sempre acompanhada de humildade.

 

A vivência abre nossos ouvidos, a experiência tende a fechá-los diante da suposição de que sabemos tudo, pela vivência aprendemos a entender nossos limites e nossas incompetências.

 

A existência humana é constituída pelo acúmulo de situações tecidas pelas vivências e experiências. É objeto de reflexão em qualquer credo religioso ou caminho espiritual. Fiquemos atentos, pois cada um de nós é por indicação amorosa do Criador, o construtor do seu próprio destino.

 

A Umbanda vivencia o Evangelho de Oxalá em sua essência através da manifestação do amor e da caridade prestada pela orientação dos guias, mentores e protetores que recebem a irradiação dos Orixás.

 

Encontramos no terreiro da verdadeira Umbanda entidades que trabalham com humildade, de forma serena, caritativa e gratuita, espíritos bondosos que não fazem distinção de raça, cor ou religião e acolhem todos que buscam amparo e auxílio espiritual, conforto para dores, aflições e desequilíbrios das mais variadas ordens.

 

A religião mais pura e verdadeira perante Deus é a prática da caridade. Somente o ato de fazer o bem ao próximo é capaz de fazer bem a nós mesmos. O homem de fé, mas que não se torna melhor para o seu semelhante, que não tem boas ações, está perdendo tempo e enganando a si mesmo.[1]

 

Já muito cedo tive meu primeiro contato com a espiritualidade, quando com dois anos de vida, acometido por uma doença grave fui socorrido pelas mãos de uma entidade da Umbanda. Me recordo sempre de minha mãe, que não segue a religião, dizendo que esta entidade pediu para cuidar de mim desde aquele momento por toda a minha vida e realmente sempre senti essa grande força bem próxima a mim.

 

A princípio tive um pouco de dificuldade em entender a Umbanda, pois era uma religião muito ritualística e com poucas bases doutrinárias. Sentia muito mais do que entendia.

 

Tive oportunidade de frequentar com familiares alguns templos, mas me impressionavam as más condutas e exageros que ocorriam. Hoje sei que esse exagero é próprio do médium e jamais do espírito, mas infelizmente naquela fase me fez criar resistência e me afastar.

 

Porém, sempre tive muita fé e senti constante presença espiritual em minha vida, não participar da prática me fazia incompleto e com base nesta necessidade passei a seguir outra doutrina, o catolicismo. Participei ativamente durante bons anos daquela comunhão, sentia a presença espiritual no local e nas pessoas, vivia não somente ali o que aprendia, mas ainda assim não me sentia completo, não havia encontrado meu caminho.

 

Então, após muito relutar, venci o medo e entrei pela primeira vez sozinho em um templo de Umbanda, literalmente chamado por uma força infinitamente maior que meu pensamento pudesse dominar. Assim comecei minha trajetória na religião, eu entrei para a Umbanda e a Umbanda entrou na minha vida e conquistou meu coração.

 

Comecei inicialmente como cambono, servia com muito amor a todos os guias, mas também me encantava o som dos atabaques e por uma necessidade da casa aprendi a tocar e louvar todos os Orixás. Tudo a seu passo e aos poucos a mediunidade existente em mim, sem que percebesse se aflorava a cada dia. Mas ainda havia um ponto que me incomodava, a falta de ensinamento. Tudo era um mistério, nada se ensinava, ouvia o velho ditado que na Umbanda nada se cria e tudo se copia e aquilo me deixava imensamente frustrado. Eu amava a religião, sentia cada vez mais a presença e força dos Orixás que me acompanhavam e não conseguia aceitar conviver com aquela realidade, começaram a faltar respostas e sobrar questionamentos.

 

Então conheci o chão no qual piso até hoje. Jamais vou esquecer o primeiro dia em que entrei nesta casa, do reencontro com aquela entidade que na minha infância disse que me zelaria, da forma como a zeladora olhou nos meus olhos quando fomos apresentados, do sorriso sábio que só ela sabia por que estava dando e que eu ingenuamente retribuí, estava agora no meu lugar. Agradeço todos os dias a Deus e a todos os Orixás por me conceder tamanha graça. Ali foi minha maior escola, ainda que sendo uma zeladora antiga se permitia ensinar um pouco mais que os sacerdotes de sua época. Dizia que meus próprios Orixás trariam o ensinamento que eu precisava para cumprir minha missão e entendo que havia certa razão em suas palavras, nem tudo está nos livros, mas também acredito que a transmissão de conhecimentos faz da Umbanda uma religião mais forte.

 

Aprendi o suficiente, fiz grandes amigos e verdadeiros irmãos. Enfim, ganhei uma nova família. A espiritualidade foi tão generosa que sem que eu jamais imaginasse chegaria ali também a mulher da minha vida, grande companheira para todos os momentos.

 

O tempo passou rápido demais e as responsabilidades aumentaram na mesma velocidade. Muita caridade realizada, quanto amor, quanta sabedoria para se aprofundar, se eu for um terço do que aquela grande mãe zeladora foi para as pessoas, já serei eternamente grato.

 

Aliado a este trabalho me foi dada pela espiritualidade a oportunidade do contato com a Magia Divina, ampliar a visão sobre os tronos sagrados, força a qual tanto aprecio e utilizo para ajuda aos irmãos na realização dos trabalhos deixados pelos Orixás, seja por própria intuição ou por designação das entidades durante a sessão realizada, aliada aos fundamentos da Umbanda.

 

Magia é transformação. Usamos magia quando queremos mudar o estado de alguma coisa. Quando queremos transformar uma situação, mudar energeticamente o padrão vibratório irradiado pela aura de uma pessoa ou de uma casa.[2]

 

Se há algo que a espiritualidade me ensinou e reforça a cada dia é que a essência de tudo é a humildade, a simplicidade, a benevolência. Não seja mais nem menos que o seu semelhante, mas se veja nele, tente se sentir como ele, se esforce sempre para amá-lo.

 

A tarefa é árdua, somos vitrines sujeitas à boa semelhança e ao mau julgamento, somos lutadores em uma batalha espiritual e terrena. Não é fácil conciliar vida pessoal com a condução de uma casa espiritual e seus fundamentos, não é fácil tentar transmitir o seu melhor e ajudar na transformação das pessoas, de fato um exercício constante e de elevação própria e pessoal, mas é gratificante olhar para o lado e ver o quanto a espiritualidade realiza na vida de cada um e saber que você de alguma forma contribui para tudo aquilo. Existe uma força que nos move, existe um motivo muito grande para estarmos nesta missão. O mundo precisa de mais pessoas dispostas a se doar ao próximo.

 

Aprendo a ser cada dia mais forte para encarar a dura realidade da força negativa que sempre tentará atrapalhar o trabalho da luz, seja espírito encarnado ou desencarnado.

 

Também é necessário muito discernimento para não se envaidecer, se deslumbrar ou se perder pelo caminho, infelizmente já tive a tristeza de ver bons médiuns e zeladores se deixarem tomar pela soberba e desperdiçar uma linda espiritualidade. Todos os dias aprendo e sou sempre mais convicto de que ainda sei muito pouco. 

 

Posso dizer que é um desafio constante manter o respeito daqueles que estiveram ao meu lado como irmãos e hoje zelo pela espiritualidade, são grandes os questionamentos e gradual a aceitação. Ninguém está disposto a assumir a responsabilidade que o cargo confere, a dispor de seu tempo pessoal e familiar, lazer ou descanso, mas na primeira oportunidade se sente no direito de opinar, questionar, criticar e às vezes até dar a entender que a forma como você está conduzindo não é correta. Receber os novos médiuns e os ajudar a cultivar o melhor de sua espiritualidade sem permitir que se deixem influenciar pela conduta não tão exemplar de um irmão mais antigo que será um de seus espelhos também é dura tarefa.

 

Desenvolver mediunidade é fácil. Tem muito filho fazendo isso e continua com a vida do mesmo jeito. Sabe por quê? Porque não melhorou seu jeito de ser. Foi para a tarefa e não deixou a tarefa talhar um homem novo e melhor em seu íntimo.[3]

 

O ser humano é complexo, ser líder requer muito equilíbrio espiritual e emocional e hoje entendo que é esse o maior desafio de um zelador ou dirigente. A espiritualidade é generosa, a Umbanda é linda, mas seus filhos em grande maioria chegam pedras brutas no terreiro. Quando se permitem lapidar, descobrem o brilho que possuem e realizam muito com a espiritualidade, mas nem todos estão dispostos a seguir com afinco a religião, a se doar para evoluir.

 

Sou grato à espiritualidade por tamanha confiança, felicidade e oportunidade de edificação. Sei que há muito a realizar, a absorver e a transmitir, sei que o caminho por vezes se torna muito estreito, mas também sei que jamais estarei desamparado. Pequeno grão que sou somado à grande egrégora da Umbanda sempre trabalharei para fazer muito bem a tantos irmãos necessitados e praticar a caridade ensinada por nosso Pai Oxalá.

 

Adentrar a casa espiritual, estar em frente ao Congá, sentir a vibração da corrente e ver a fé nos olhos dos irmãos preenche o meu coração e dá sentido à minha vida. Não há maior valor neste mundo, vence qualquer cansaço, ultrapassa todas as barreiras e enquanto me for permitido e confiado por Oxalá estarei no cumprimento da minha missão.

 

Hoje sei que seja em um templo, um chão de terra batida ou com apenas um ou dois ao meu lado, esta é a missão para a qual fui designado e é nela que quero seguir por toda a minha vida.

 

E assim será com muita fé em Deus, luz e força dos Orixás e apoio e orientação dos mentores que me amparam nos caminhos da Sagrada Umbanda.

 

  1. Conclusão

Realizamos esta breve e resumida explanação da nossa vivência espiritual pautada na experiência dos irmãos participantes este trabalho e respeitando a trajetória e as concepções de cada um, mas certos de que temos todos um único objetivo de praticar o bem, a caridade, levar o nome da nossa querida e amada Umbanda por onde quer que passemos e se empenhar na evolução contínua de nós próprios e do nosso semelhante.

 

Pudemos notar que independente do local, da ritualística, da linhagem e das casas às quais frequentamos durante a nossa caminhada espiritual, somos todos movidos pela mesma fé e pelo mesmo amor, pela vontade de construirmos juntos uma corrente de elos fortes e resistentes para a continuidade desta crença, de ressaltar os princípios e fundamentos da Umbanda não só para nosso povo, mas também para que todos aqueles que não conhecem a essência da religião respeitem o seu espaço, tornando assim solo cada vez mais fértil para os que adentrarem em sua seara.

 

Somos povo de fé, povo do branco, povo do axé, povo da paz e do amor.

 

Somos Umbanda.

 

Saravá Umbanda!       

 

  1. Referências bibliográficas

 

Angola, Pai João (Espírito): psicografado por Wanderley Oliveira. Fala, Preto Velho. - 1. ed. Belo Horizonte, MG : Editora Dufaux, 2013.

 

Camargo, Adriano. Rituais com Ervas: Banhos, defumações e benzimentos. - 1. ed. São Paulo: Rio de Janeiro : Livre Expressão.

 

De Lucca, José Carlos. Alguém me tocou - 1. ed. – São Paulo: Intelítera Editora, 2012.

 

Kardec, Allan, O Livro dos Espíritos

 

Kardec, Allan, O Livro dos Médiuns

 

Kardec, Allan, O Evangelho Segundo o Espiritismo

 

Sacerdote: Pai Salun

                    FUCESP

                 

Formandos: Cristiana de Moura

                      Marcelo Santos Carvalho

                      Marli Souza Ferreira

 

Agosto 2016

 


[1] De Lucca, José Carlos. Alguém me tocou - 1. ed.  – São Paulo: Intelítera Editora, 2012. Pág. 45

[2] Camargo, Adriano. Rituais com Ervas: Banhos, defumações e benzimentos. - 1. ed. São Paulo: Rio de Janeiro : Livre Expressão, 2012. Pág. 21

[3] Angola, Pai João (Espírito): psicografado por Wanderley Oliveira. Fala, Preto Velho. - 1. ed. Belo Horizonte, MG : Editora Dufaux, 2013. Pág. 161

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