O
PORQUÊ DO DESENVOLVIMENTO MEDIÚNICO
O estudo é, e sempre será, o grande meio para entendermos
sobre algum assunto. A prática é a forma de apreendermos
o que estudamos. Assim, teoria e prática são complementares
e formam um par mais-que-perfeito para que se alcance o máximo
em qualquer atividade. A questão mediunidade não
foge a essa regra. Ser incorporado não é o ponto
final para quem possui o dom da mediunidade, é a parte
prática do processo. O outro lado é o entendimento
do que essa mediunidade representa aqui no nosso plano.
Mediunidade é uma faculdade, um dom que uma pessoa possui
e que serve como comunicação entre o plano espiritual
e o plano material. Serve como aceleradora da sua evolução
espiritual bem como dos espíritos de lei que o incorporam.
E muitos entendem isso como um castigo e não como uma dádiva.
O que vemos muito são médiuns tentando desenvolver-se
sozinhos, não atingindo o máximo do seu potencial
mediúnico por não terem atenção e
esclarecimentos necessários a todos que estão em
fase de desenvolvimento. Não entendem muitas manifestações
ou as entendem de forma errônea por desconhecerem as mais
diferentes formas que elas ocorrem e por que elas ocorrem. A fase
do desenvolvimento mediúnico deve ser cercada de todas
os cuidados possíveis, de todos os ensinamentos necessários
para que se tenha um médium com consciência plena
do dom que possui e do quanto ele é importante para a sua
evolução espiritual.
Com teoria e prática corretas, com certeza, além
de um pleno desenvolvimento das suas faculdades mediúnicas,
você ajudará a corrigir os muitos conceitos errados
que circulam entre os próprios médiuns de Umbanda
(usados por outras religiões para denegri-la), firmando-a
definitivamente como religião que é, e não
como pronto socorro espiritual.
Assista a uma sessão de desenvolvimento, sem nenhum compromisso,
antes de inscrever-se em uma nova turma. Vale a pena fazer da
forma correta, afinal você estará cuidando de um
bem inestimável a você mesmo: “A sua evolução
espiritual”.
“Ser médium é ser um exemplo,
e dar o exemplo não é apenas a melhor forma de se
passar alguma coisa, é a única”.